segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

24 coisas que rolam na sala de aula, mas não tem nada a ver com a aula em si

Escola é tudo igual, só muda o endereço. E a média final. E a grade de aulas. E os professores. Mas, no fundo, é tudo igual. Você vai verNa sala de aula, sempre tem alguém:


1. Contorcionando-se para tentar pegar o lápis que caiu no chão sem precisar se levantar da carteira


2. Passando um bilhetinho para a amiga


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3. Tendo o bilhetinho confiscado pela professora

4. Tentando puxar papo com o garoto de quem está a fim



5. Fazendo "shiu" para a galera do fundão que não para de conversar e causar


6. Sendo convidado a se retirar da sala pelo professor que não aguenta mais chamar a atenção da turma do barulho


7. Desenhando bobagens para passar o tempo


 8. Escrevendo na carteira coisas sem sentido (ou o nome do ídolo. Quem nunca?)


9. Olhando para o nada


10. Dormindo...


11. ... E acordando no susto

12. Fingindo que está prestando atenção no professor e balançando a cabeça afirmativamente, quando, na verdade, está apenas dormindo de olhos abertos


13. Mexendo no celular. E isso inclui responder mensagens de texto, conversar no WhatsApp, passar o tempo no Twitter, curtir fotos aleatórias no Instagram...

14. Abrindo uma bala disfarçadamente para não ser atacado pelos colegas



 15. Abrindo uma bala e sendo atacado pelos colegas


 16. Enrolando o chiclete mascado em um pedacinho de folha de papel por preguiça de se levantar e caminhar até o lixo
17. Julgando aquela pessoa que faz uma pergunta faltando um minuto para tocar o sinal

18. Sentido-se ofendido pelo professor que chamou a sua atenção, sendo que a mesma não estava fazendo nada

19. Pedindo ajuda aos deuses antes da avaliação de matemática

20. Namorando...


21. Fazendo penteados na amiga da frente

22. Atirando aviãozinho ou jogando bolinha de papel


23. Girando o caderno na ponta da caneta


24. E, é claro, sempre tem alguém prestando, de verdade, atenção na aula




 E esperamos que esse alguém seja você, viu? 

                Pode comemorar estamos de ferias 


Beijocas e até o próximo poste!!!!!! 



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Resenha livro: Magnus Chase e os deuses de Asgard; A espada do Verão



Desde a morte da mãe, Magnus Chase vive nas ruas de Boston. Fugindo da polícia e das assistentes sociais, recuperando objetos descartados pelas pessoas mesmo estando em perfeito estado, reciclando comida do lixo ou usufruindo da boa vontade de alguns comerciantes. Enfim, ele se vira como pode. Nos dois anos que se passaram desde a explosão misteriosa em seu apartamento e ele pensou várias vezes em procurar seu tio abastado, mas desde a última vez em que a família se reuniu (um natal dez anos antes), sua mãe sempre foi enfática ao dizer que ele deveria manter distancia do tio. Então assim ele fez.

Não pode-se dizer que é possível fazer grandes amizades morando na rua, mas Magnus tem um apresso especial por Hearth e Blitz. Um dos dois sempre está acompanhando o garoto. Não é ato a que os outros mendigos se referiam a eles como seu pai e sua mãe. Foram eles que tentaram salvar sua vida naquela manha de janeiro. O dia em que ele reencontrou seu tio, descobriu quem era seu pai e morreu.


Disseram que todo mundo sonha, que eu só não lembrava dos meus. Mas afirmo: dormir para mim sempre foi como estar morto. Até eu estar mesmo morto. Aí, sonhei como uma pessoa normal.

Ou não, depende do ponto de vista. Magnus acordou em Valhala, um hotel pós-vida destinado a recepcionar os heróis que morreram em batalha, escolhidos a dedo pelas valquírias, que são semideusas escolhas por Odin para montar o exercito que lutará ao seu lado no Ragnarök, o Juízo Final da mitologia nórdica. Para o resto de sua vida, ou até o Ragnarök, tudo que Magnus precisa fazer é morrer diariamente nos campos de treinamento, comer a carne de uma animal que ressurge todos os dias para lhes servir de jantas e aproveitar seu quarto super personalizado com uma área verde, uma cama confortável e todos os consoles desejáveis por um garoto de dezesseis anos. Mas isso é uma história de Rick Riordan, não poderia ser tão fácil assim!

Finalmente, paramos em frente à porta onde estava escrito MAGNUS CHASE.
Ao ver meu nome gravado em ferro, rodeado de runas, comecei a tremer. Minhas últimas esperanças de que tudo aquilo fosse um erro, uma pegadinha de aniversário ou uma confusão cósmica evaporaram. O hotel estava me esperando. Tinham escrito meu nome corretamente e tudo.

No dia em que morreu, Magnus resgatou um artefato que pertenceu ao seu pai e que estava desaparecido a muito tempo. Um gigante muito poderoso está querendo acabar com os nove mundos, mesmo que isso o destrua junto, a Espada do Verão é o elemento principal para por seu plano em prática. Adivinhem a missão de Magnus? Exatamente, evitar que isso aconteça. Porém, ele conseguiu a incrível façanha de perder a espada momentos depois de tê-la recuperado. Azar o dele que só terá mais trabalho pra cumprir sua missão.

Depois de cinco livros falando sobre mitologia grega e mais cinco mesclando ela com a romana,Rick Riordan decidiu trazer mais conhecimento aos seus leitores, abordando uma mitologia pouco explorada até então: a mitologia nórdica. Se a primeira experiência foi incrível, essa foi ainda mais pois tudo foi muito novo para mim. Minha única referência eram os filmes do Thor e eles não são nada ao lado dessa cultura tão rica. Daquele jeito único, os elementos são inseridos na história junto com os personagens e os acontecimentos, de forma que não
fica confuso para o leitor.

[...] A questão do destino, Magnus, é a seguinte: mesmo que não possamos mudar o cenário, nossas escolhas podem alterar os detalhes. É assim que nos rebelamos contra o destino, como deixamos nossa marca. Que escolha você vai fazer?

O Magnus é o personagem preferido do autor e está quase roubando esse posto do Percy em minha vida. Ele é super engraçado, e adora tirar sarro da vida dele mesmo, mas sem ser um pastelão e ao contrário da história Grego-Romana, nenhuma das confusões nas quais se mete parece forçada. Não quero me repetir, mas é impossível não comparar as três sagas. Há elementos que existem em ambos como uma moeda própria, uma definição para a criação do mundo, profecias... Acredito que a culpa está muito mais nas mitologias em si do que na história que o autor criou, mas os subterfúgios mais explorados deveriam ter sido deixados de lado dessa vez né?! 

Seus companheiros de batalha são Samirah, sua valquíria, e seus amigos de rua que, obviamente, mostraram ser muito mais do que simples mendigos. Eles viajam entre vários mundos, encontram deuses e gigantes e tem uma ajuda (?) bem improvável. O livro é introdutório e por isso pode se tornar um pouquinho lendo as vezes, mas é coisa rápida. Não quero falar muito sobre a história para que você possam aproveitar o livro em sua plenitude, mas já digo que a nossa queria Annabeth Chase aparece sim e o livro termina prometendo mais participações especiais. Será que ainda veremos o cabeça de alga?!


Muitas histórias nórdicas pareciam carregar a mesma mensagem: saber das cosias nem sempre valia o preço. Infelizmente para mim, sempre fui curioso.

Mas uma vez o autor conquista com o seu jeito de contar história, mesclando referências atuais com tradições tão antigas. Se você gosta de uma boa aventura, precisa conhecer Magnus Chase!

E para finalizar, mais uma frase da série 'quotes que merecem ser marcados
  


A espada pulsou, quase como se tivesse rindo. Imaginei-a dizendo: Uma caneta que vira uma espada. É a coisa mais idiota que já ouvi'


Eu adoraria agradecer ao meu grande amigo que foi quem me deu o livro e é super fâ de Rick Riordan Olavo seu divo obrigado pelo presente de aniversário!!!  XD XD


Beijos e espero que leiam esse livro que é muito bom.
Parabéns Rick!!!!!